A operadora de telefonia móvel Claro em um ano e seis meses passou de 7ª posição para a 3ª posição no ranking das empresas que mais foram denunciadas no Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) da Procuradoria Geral da Justiça do Piauí.

Em 2010, a Claro ficou na 7ª posição no Ranking das Empresas e Fornecedores no Atendimento/Reclamação do Procon do Piauí e em 2012, de janeiro a julho, a Claro ficou em 3° lugar no ranking.

Por causa do grande número de reclamações, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor solicitou ao Conselho Diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) a suspensão do direito de comercialização de novos Chips das permissionárias Claro e Oi, enquanto não forem apresentados Planos de Melhoria da Prestação do Serviço Móvel Pessoal (SMP).

Segundo levantamento realizado pelo Procon do Piauí, o Ranking de Fornecedores apurado entre os anos de 2010 a 2012 demonstra que a Claro vem apresentando um crescimento vertiginoso no número de reclamações, a ponto de ocupar atualmente a segunda posição do total geral com 234 denúncias protocoladas até o dia 23 de julho deste ano.

Em 2009, a Claro recebeu 203 reclamações no Procon. Em 2010, essas reclamações foram 221.

Da janeiro a julho deste ano, a Claro já foi denunciada 234 vezes.

A Agência Nacional de Telecomunicações ) executou medidas para a solução dos problemas apresentados pelas prestadoras VIVO, OI, CLARO e TIM, pelo descumprimento do Plano Geral de Metas de Qualidade do Serviço Móvel Pessoal.

Verificou-se que a Tim tem a pior média nacional em dezenove Estados da Federação, sendo que a maioria deles está localizada na região Nordeste.

No Piauí, a Tim recebeu 93 reclamações no Piauí.

No Estado do Piauí, apenas a Tim teve a comercialização de novos Chips suspensa.

Na manhã e tarde, em Teresina, a loja da Tim ficou praticamente vazia. A recepção da empresa afirmou que a Tim em Teresina estava vendendo aparelhos de telefones celulares, recuperando números e fazendo migrações.

A técnica ministerial do Procon do Piauí, Sheyla Leite Albuquerque, disse que o atendimento inclui a Carta de Informação Preliminar, que pede à empresa para que resolva o problema em dez dias. Resolvido o problema, o processo é arquivado, mas se não é marcado uma audiência.

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